Vida ativa e longevidade saudável

Em 30 anos, o número de pessoas com 80 anos ou mais deve triplicar no mundo. Viver mais já é realidade para muita gente. O desafio é viver esses anos com saúde, autonomia e disposição.

Um estilo de vida fisicamente ativo protege contra eventos cardiovasculares e quedas, que estão entre as principais causas de morte de pessoas longevas. Meu trabalho investiga como cada parte de uma vida ativa contribui para isso, em quatro frentes apoiadas em estudos com pessoas idosas do Rio Grande do Norte.

Um dia ativo
Sono, tempo sentado e atividade física dividem as mesmas 24 horas. Estudo como a combinação desses comportamentos se relaciona com a saúde do coração, do metabolismo e com a capacidade funcional.
Aptidão física e autonomia
Força, fôlego e mobilidade sustentam a independência. Testes simples, como a caminhada de seis minutos, levantar da cadeira e a força de preensão manual, ajudam a acompanhar essa reserva ao longo dos anos.
Exercício como tratamento
Ensaios clínicos testam programas de exercício para pessoas idosas com hipertensão e para a recuperação da síndrome pós-COVID-19, comparando formatos e intensidades.
Vida ativa depois dos 80
A maior parte das evidências vem de pessoas com menos de 80 anos. Os estudos NATAL e SERIDÓ acompanham pessoas longevas na capital e no interior para preencher essa lacuna.